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Encontro semanal: Jovem é somente aquele que está em crescimento!

Jovem é somente aquele que está em crescimento! É com esta ideia central que o Grupo Coração de Jesus realizará seus encontros semanais, abordando reflexões baseadas nos Sete Jovens do Evangelho.
Trata-se de um subsídio que explora o encontro pessoal de sete jovens que tiveram suas experiências com Jesus, ao longo das narrativas do Evangelho. Alguns fizeram experiências diretas e profundas, outros fizeram experiências indiretas e mais sutis, contudo, a vida destes sete jovens ainda é semelhante à nossa realidade juvenil atual:
– O jovem rico que se interessa mais pelas suas riquezas do que pelo tesouro;
– A adolescente que não cresceu e preferiu que outros decidissem por ela;
– O jovem que volta à vida e transforma o mundo de uma pessoa;
– O jovem que tornou possível um milagre para a multidão;
– A Servente que abre a porta para que Jesus entre, mas também, para que saia. João entra pela mesma porta para estar perto de Jesus, e por ali mesmo sai Pedro, chorando amargamente;
– O jovem João Marcos, que continuou caminhando, apesar dos pesos que carregava; e
– O jovem que anuncia a ressurreição de Jesus.
Não fique de fora dessa, nossos encontros acontecem todos os sábados a partir das 20:00hs. Traga um amigo para este momento especial de louvor, oração, partilha, testemunho, convivência e deixe-se encontrar por aquele que tanto lhe procura: Jesus Cristo.

Esperamos por você! Sábado, a partir das 20:00hs hein…
Grupo Coração de Jesus

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Por que a Igreja Católica cultua a imagem de santos?

Em primeiro lugar, é preciso entender que Deus não nos proíbe de fazer imagens, mas sim imagens “de ídolos”, ou seja, de deuses falsos.

Já no Antigo Testamento, o próprio Deus prescreveu a confecção de imagens como querubins, serpentes de bronze, leões do palácio de Salomão etc. A Bíblia defende o uso de imagens como é possível verificar em muitas passagens: Ex 25,17-22; 37,7-9; 41,18; Nm 21,8-9; 1Rs 6,23-29.32; 7,26-29.36; 8,7; 1Cr 28,18-19; 2Cr 3,7.10-14; 5,8; 1Sm 4,4; 2Sm 6,2; Sb 16,5-8; Ez 41,17-21; Hb 9,5 e outras mais.

Os profetas condenavam a confecção de imagens “de ídolos”: “Os que modelam ídolos nada são, as suas obras preciosas não lhes trazem nenhum proveito. Quem fabrica um deus e funde um ídolo que de nada lhe pode valer?” (Isaías 44,9-17).

O que é um ídolo? É aquilo que:
1 – substitui o único e verdadeiro Deus;
2 – são-lhes atribuídos poderes exclusivamente divinos, e
3 – são-lhe oferecidos sacrifícios devidos ao verdadeiro Deus. É o que os judeus antigos, no deserto, fizeram com o bezerro de ouro (cf. Ex 32).

Não é o que os católicos fazem. A Igreja Católica nunca afirmou que devemos “adorar” as imagens dos santos; mas venerá-las, o que é muito diferente.

A imagem é um objeto que apenas lembra a pessoa ali representada; o ídolo, por outro lado, “é o ser em si mesmo”. A quebra de uma imagem não destrói o ser que representa; já a destruição de um ídolo implica a destruição da falsa divindade.

Para Deus, e somente para Ele a Igreja presta um culto de adoração (“latria”), no qual reconhecemos Deus como Todo-Poderoso e Senhor do universo. Aos santos e anjos, a Igreja presta um culto de veneração (“dulia”), homenagem.

A Nossa Senhora, por ser a Mãe de Deus, a Igreja presta um culto de “hiper-dulia”, que não é adoração, mas hiper-veneração. A São José “proto-dulia”, primeira veneração.

A palavra “dulia” vem do grego “doulos”, que significa “servidor”. Dulia, em português, quer dizer reverência, veneração. Latria é adoração; vem do grego “latreia”, que significa serviço ou culto prestado a um soberano senhor. Em outras palavras, significa adoração. Então, não há como confundir o culto prestado a Deus com o culto prestado aos santos.

Rogando aos santos não os olhamos nem os consideramos senão nossos intercessores para com Jesus Cristo, que é o único Medianeiro (cf. 1Tm 2,4) que nos remiu com Seu Sangue e por quem podemos alcançar a salvação. A mediação e intercessão dos santos não substituem a única e essencial mediação de Cristo, o único Sacerdote, mas é uma mediação “por meio de” Cristo, não paralela nem substitutiva. Sem a mediação única de Cristo nenhuma outra tem poder.

Significado da imagem de um santo

A imagem de um santo tem um significado profundo. Quando se olha para ela, a imagem nos lembra que a pessoa, ali representada, é santa, viveu conforme a vontade de Deus. Então, é um “modelo de vida” para todos.

A imagem lembra também que aquela pessoa está no céu, isto é, na comunhão plena com o Senhor; ela goza da chamada “visão beatífica de Deus” e intercede por nós sem cessar, como reza uma das orações eucarísticas da Missa.

São Jerônimo dizia: “Se, aqui na Terra, os santos, em vida, rezavam e trabalhavam tanto por nós, quanto mais não o farão no céu, diante de Deus. Santa Teresinha do Menino Jesus dizia que “ia passar o céu na terra”, isto é, intercedendo pelas pessoas.

O Catecismo da Igreja nos ensina o seguinte no §956: “Pelo fato de os habitantes do Céu estarem unidos mais intimamente com Cristo, consolidam com mais firmeza na santidade toda a Igreja. Eles não deixam de interceder por nós junto ao Pai, apresentando os méritos que alcançaram na Terra pelo único mediador de Deus e dos homens, Cristo Jesus. Por seguinte, pela fraterna solicitude deles, a nossa fraqueza recebe o mais valioso auxílio” (LG 49).

A imagem de um santo nos lembra ainda que ele é santo pelo poder e graça de Deus; então, a veneração da imagem dá glória ao Senhor, mais que ao santo. São Bernardo, doutor da Igreja, sempre que passava por uma imagem de Nossa Senhora dizia: “Salve, Maria!”. Um dia, depois de dizer essas palavras, Nossa Senhora lhe disse: “Salve, Bernardo!”

Podemos tocar e beijar as imagens como um gesto de amor, reverência e veneração, não de adoração. Não fazemos isso com a imagem de um ente querido falecido? Podemos admirar as imagens – por isso elas devem ser bem feitas, em clima de oração – e rezar diante delas, pedindo ao santo, ali representado, que interceda diante de Deus. É Ele quem faz o milagre, mas o pedido vem dos santos, como nas Bodas de Caná, onde Jesus fez a transformação de 600 litros de água em vinho, “porque Sua Mãe intercedeu”. Ainda não era a hora dos seus milagres!

A intercessão dos santos

A intercessão dos santos é algo maravilhoso. Quando nós precisamos de um favor de uma pessoa importante, mas não conseguimos chegar até ela, então, procuramos um mediador, um intercessor, que seja amigo dessa pessoa, para fazer a ela o nosso pedido. E a pessoa importante a atende por ter intimidade com nosso intercessor. Ora, fazemos o mesmo com Deus. Não temos intimidade com Ele como os santos que já estão na Sua glória; nossos pecados limitam nossa intimidade com o Pai; então, os santos nos ajudam. Mas, como eles podem ouvir todos os pedidos ao mesmo tempo sem que tenham a onisciência e a onipresença de Deus? É simples. Na vida eterna, já não há mais as realidades terrenas do tempo e espaço. A comunhão perfeita com Deus dá aos santos o conhecimento de nossas orações e pedidos e, na plenitude de Deus, e por meio d’Ele não há a dificuldade de atender a todos ao mesmo tempo, pois já não existe mais esse fator limitador. No Céu, a realidade é outra.

Alguns perguntam: mas os mortos não estão todos dormindo, aguardando a ressurreição? Não. Jesus contou o caso do pobre Lázaro, o qual já estava no seio de Abraão, vivo e salvo, e o rico que sofria as penas eternas. A alma não dorme. No livro de Macabeus (2Mac 15, 11-15) temos a narrativa de Judas Macabeus, que teve a visão do sacerdote Onias, já falecido, orando pelo povo judeu.

Por tudo isso, as imagens precisam ser bem feitas, mais parecidas possíveis com o santo. Não devemos fazer imagens mal feitas ou mal pintadas. Quando não há uma foto ou uma pintura de santos antigos, então é licito que artistas sugiram uma imagem que a Igreja abençoe.

Quando uma imagem que foi benzida se quebra, e não é possível restaurá-la, então deve ser enterrada, destruída ou colocada em um lugar onde não haja profanação dela. Se for de material combustível, pode ser queimada.

O Concílio Ecumênico de Nicéia, no ano 789, que aprovou o uso de imagens, disse:

“Na trilha da doutrina divinamente inspirada de nossos santos padres e da tradição da Igreja Católica, que sabemos ser a tradição do Espírito Santo que habita nela, definimos com toda certeza e acerto que as veneráveis e santas imagens, bem como as representações da cruz preciosa e vivificante, sejam elas pintadas, de mosaico ou de qualquer outra matéria apropriada, devem ser colocadas nas santas igrejas de Deus, sobre os utensílios e as vestes sacras, sobre paredes e em quadros, nas casas e nos caminhos, tanto a imagem de Nosso Senhor, Deus e Salvador, Jesus Cristo, como a de Nossa Senhora, a puríssima e santíssima mãe de Deus, dos santos anjos, de todos os santos e dos justos.”

São João Damasceno, doutor da Igreja, dizia: “A beleza e a cor das imagens estimulam minha oração. É uma festa para os meus olhos, tanto quanto o espetáculo do campo estimula meu coração a dar glória a Deus.

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Honrar Pai e Mãe

A grande e honrosa tarefa que Deus reservou para os pais é a de gerar e educar os seus filhos. Digo “seus”, porque, antes dos filhos serem nossos, eles são de Deus (cf. CIC, §2222), já que só Deus pode dar de fato a vida. Nós somos seus cooperadores nesta tarefa sublime, mas sabemos que só Ele pode nos “tirar do nada” e chamar para participar, como disse Paulo VI, do “banquete da vida”.

O Salmista canta com toda inspiração: “Vinde, inclinemo-nos em adoração, de joelhos diante do Senhor que nos criou; Ele é o nosso Deus, nós somos o povo de que Ele é o pastor, as ovelhas que as suas mãos conduzem.” (Sl 94,6-7). “Sabei que o Senhor é Deus: Ele nos fez e a Ele pertencemos.” (Sl 99,3). “Fostes Vós que plasmastes as entranhas do meu corpo, Vós me tecestes no seio de minha mãe. Sede bendito por me haverdes feito de modo tão maravilhoso.” (Sl 138,13s). “Tuas mãos me formaram e me modelaram (…).” (Jó 10,8).
Portanto, os nossos filhos são, antes de tudo, filhos de Deus. Os pais são cooperadores de Deus na maior de todas as missões, gerar os filhos de Deus, à sua imagem e semelhança. Nada pode se igualar à sublimidade desta obra. Se é importante e digno produzir os bens que utilizamos: casas, roupas, móveis, alimentos, etc, quanto mais digno e nobre não é dar a vida a novos seres? Uma só vida humana vale mais do que todo o universo material, pois nada disso tem uma alma imortal, imagem e semelhança do próprio Deus, dotada de inteligência, liberdade, vontade, consciência e capacidade de amar, sonhar, sorrir, chorar, cantar e rezar.

Infelizmente o valor da vida humana parece ter baixado a um nível inimaginável. Mata-se em nossas ruas com a mesma frieza com que se abatem os animais nos matadouros. Mata-se por um punhado de dinheiro, por um relógio, um tênis ou uma bicicleta… Aquele que não conhece o valor da sua vida, também não dá valor à vida dos outros; e a elimina por qualquer ninharia.

Nunca vi alguém matar um animal em nossas ruas; no entanto, temos visto homens matar homens, e muitas vezes sob as câmeras da TV. A que ponto desceu o valor da vida humana!

Por outro lado, vemos hoje, crescer até o incentivo ao suicídio, à eutanásia, e ao aborto. É a “cultura da morte” que tende a substituir a “cultura da vida”, como tantas vezes disse o Papa João Paulo II. Diante desse quadro triste, cresce ainda mais a importância da família e dos pais.

É impressionante notar como Deus exalta a figura dos pais, em face da sua missão importantíssima de gerar e educar os filhos.

O destaque aos pais começa pelo fato de um dos Mandamentos, o quarto, ser dedicado a eles: “Honrar pai e mãe”. São Paulo nota que “este é o primeiro mandamento que vem acompanhado de uma promessa: Honra teu pai e tua mãe, para que sejas feliz e tenhas vida longa sobre a terra” (Dt 5,16; Ef 6,2).

É significativo notar que este é o primeiro mandamento que Deus deu a Israel, após os três que se referem ao relacionamentrelacionamento do homem com Deus: “Shemà, Izrael (…)”, “Escuta, ó Israel! (…)”. “Honra teu pai e tua mãe, para que os teus dias se prolonguem na terra que o Senhor, teu Deus, te dará.” (Ex 20,12).

Fazendo eco a essas palavras o Papa João Paulo II, diz na Carta às Famílias: “Honra o teu pai e a tua mãe”, porque eles são para ti, em determinado sentido, os representantes do Senhor, aqueles que te deram a vida, que te introduziram na existência: numa estirpe, numa nação, numa cultura. Depois de Deus são eles os teus primeiros benfeitores. Se Deus só é bom, antes, é o próprio Bem, os pais participam de modo singular desta bondade suprema. E por isso: honra os teus pais! Há aqui uma certa analogia com o culto devido a Deus.” (CF,15).

Honrar quer dizer reconhecer a dignidade do pai e da mãe, e desinteressadamente amá-los.

Prof. Felipe Aquino

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Testemunho JMJ

Bom para min a Jornada Mundial da Juventude foi muito especial para meu crescimento na fé, ver tantos jovens reunidos por um único propósito encontro verdadeiro com Cristo e com o Santo Padre Bento XVI.

Mas também não poço me esquecer dos meus momentos especiais com Deus em todos os lugares que passamos em Paray-le-monyal na França aquelas capelas lugares santos também passamos por Lourdes na França naquela gruta que coisa mais linda em Madri na Espanha cada lugar lindo, em cada lugar o encontro com especial com Deus.

Tantas dificuldades a Comida diferente que aqui as vezes reclamamos de comer tivemos que comer em Paray-le-monial, e quando chegamos em Madri o banho gelado que as vezes aqui também reclamamos de tomar estava nos esperando, com estas dificuldades você aprende que reclama de tudo isso mas quando não tem saída você tem que fazer.

Mas nada igual  no ultimo dia da Jornada em cuatro vientos depois de uma longa caminhada com um sol de 42 graus voce ouvir as palavras do Santo Padre ‘ Levai aos outros a  mensagem do evangelho’ tantos jovens perdidos neste mundo que não conhecem a Palavra de Deus temos que dar testemunho de como é bom estar junto a Deus, e a emoção de todos nós brasileiros quando o Santo Padre anunciou que seria no Rio De Janeiro Brasil a próxima Jornada Mundial da Juventude foi um momentos inesquecível.

Evandro Gallinari

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Papa Francisco convida jovens a apostarem nos grandes ideais

Neste domingo, 28, Papa Francisco presidiu uma Missa na qual crismou 44 pessoas dos cinco continentes. A celebração se insere na programação organizada pelo Pontifício Conselho para a Nova Evangelização no âmbito do Ano da Fé.

Na homilia, o Papa propôs à reflexão três pensamentos, simples e breves, inspirados nas leituras do dia. O primeiro partiu da visão de São João da ação do Espírito Santo, que ao trazer a novidade de Deus, faz novas todas as coisas. “Abramos-Lhe a porta, façamo-nos guiar por Ele, deixemos que a ação contínua de Deus nos torne homens e mulheres novos, animados pelo amor de Deus”, exortou o Papa.

O segundo pensamento se inspirou na Primeira Leitura, quando Paulo e Barnabé afirmam ser necessário sofrer tribulações para entrar no Reino de Deus. “O caminho da Igreja e também o nosso caminho pessoal de cristãos não são sempre fáceis”, disse Francisco. Ele advertiu seguir o Senhor e deixar que o seu Espírito transforme as zonas sombrias, os comportamentos em desacordo com Deus e lave os pecados é um caminho que encontra obstáculos fora do homem, no mundo. “Mas as dificuldades e tribulações fazem parte da estrada para chegar à glória de Deus”.

No último ponto, Francisco convidou todos, especialmente os crismandos e crismandas, a permanecerem firmes no caminho da fé, com segura esperança no Senhor. Francisco terminou a homilia usando a mesma expressão de Papa Wojtyla, em 1978:

“Abramos – escancaremos – a porta da nossa vida à novidade de Deus que nos dá o Espírito Santo, para que nos transforme, nos torne fortes nas tribulações, reforce a nossa união com o Senhor, o nosso permanecer firmes Nele: aqui está a verdadeira alegria”.

Dirigindo-se ainda aos jovens, acrescentou: “Joguem a vida por grandes ideais. Apostem em grandes ideais, em coisas grandes; não fomos escolhidos pelo Senhor para ‘coisinhas pequenas’, mas para coisas grandes!”.

Após a homilia, os jovens se aproximaram do Pontífice para o rito da Confirmação. O brasileiro Victor Chaves Costa Lima, de 16 anos, foi um dos que nesta cerimônia, expressaram a sua plena e livre decisão de aderir à fé batismal.

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Como estar sempre cheio de Deus?

Sexta, 06 de janeiro de 2012
Como estar sempre cheio de Deus?

Depende da sede que você tem. Ter Deus é necessário e muito simples. Quem não tem sede do Senhor – e nem mesmo pede ao menos para tê-la – jamais provará da Água da Vida.

E quem tem sede, e sabe que a tem, mas nada faz, continua sedento. Por outro lado, quem tem sede e pede, com total confiança em Deus, em vez de um copo, a vida sacia-o com uma fonte que não cessa de jorrar do próprio interior.

Eis o segredo! É assim que a gente aprende a permanecer em Deus!
Basta pedir agora, neste momento, e continuar pedindo com uma sede que não se acaba.
É um exercício espiritual.

Com carinho e orações,

Seu irmão,
Ricardo Sá (CN)

by Canção Nova

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