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Transcrição 14-04-2012
14-04-2012
“O Jovem e Jesus”
Pregº: Alexandre Garcia
A alegria do Senhor seja nossa força!
Estamos em um tempo de alegria…….temos a nossa cruz, mas depois da cruz, a alegria da ressurreição!
Mt 13, 44-46
Qdo começa o Reino dos Céus?
Qdo a gente morre?…Não.
Qdo falamos de reino dos Céus, ele começa aqui, onde estamos vivendo, pra nós cristãos, é nossa responsabilidade fazer com que o Reino dos Céus aconteça aqui
Quem conta essa parábola é Mt….este jovem, da parábola vende tudo e depois encontra um tesouro.
O que será este tesouro?
O Jovem e JC…..para o cristão esse tesouro é qdo encontramos o Cristo, mas muitas vezes o encontramos mas nao o percebemos, nao o reconhecemos, temos que aprender a reconhcer o tesouro.
Qdo falamos que os jovens da parábola vendem tudo, nao é no sentido literal da palavra, mas de que onde está o teu coração está o teu tesouro.
Não tem como se encontrar co JC e nao mudar nada……
0000000001 1000000000 Jesus é o 1.
se eu coloco JC a frente de tudo na minha vida, ela passa a valer muito mais.
Então eu planejo toda a minha vida, os cursos, os trabahos, a vida social. Pq primeiro eu tenho que estar bem, e a partir dai eu construo o resto.
Mas, atraves desta parabola JC nos fala pra colocá-lo em primeiro lugar na nossa vida pra apartir dai construir o resto.
Mas o que é colocar JC a frente da minha vida??
Vou contar uma histórinha de pessoas que eu conheci neste ultimo ano na Angola, que são exemplos disto.
O Pe. Roberto, argentino, está na Anagola a 7 anos, sempre foi missionário, e sempre trabalhou com crianças de rua, e la na Angola tbm. Ele foi com pouco de medo pra Angola por causa das doenças e tal. Todos os dias de manha ele levanta e vai pra rua tocando flauta e/ou gaita, chamando as crianças, conversando, as crinaças que usam drogas, e …..se vc ver ele falando da escolha que ele fez, vc percebe que ele sou receber, acolher e transbordar Deus.
Ai um dia ele tava chorando e conversou cmg, que ele tava chrando porque tinham roubado muitas coisas da casa de DB onde eles acolhem as crinças de rua, roubaram inclusive a carteira dele, mas ele dizia que , poxa, esses meninos moraram muito tempo na rua, então mesmo depois que estão dentro da casa de DB, demora pra rua sair deles, então continuaremos conversando e acolhendo eles.
Então, consegue-se perceber que o Pe. Roberto soube reconhecer Deus e construir a sua vida a partir de Deus.
Concerteza o Pe. Roberto é a figura de JC pra muitos daqueles meninos.
JC se revela de várias formas pra gente, então o encontro com JC pode acontecer em nossas vidas de diversas formas diferentes, se reconhecermos temos que dar um passo a frente. O mei maior medo é não encontra um sentido pra minha vida, é no fim olhar pra tras e dizer o que eu fiz com a minha vida.
Mais uma historinha:
Um ano morei com o Pe. Matin, la na Angola.
Pra mim ele é uma pessoa muito especial, na época da guerra lá ele ja vivia lá era o pároco dqauela comunidade, ai teve um dia que ele tava indo pra (NOME DA CIDADE), e eu fui junto, e qdo ele desceu do carro as pessoas corriam atrás dele e abrçavam ele, dizendo – “chegou o nosso pai, chegou o nosso pai”.
Luanda foi a cidade mais devastada pela guerra, na época muita gente era perseguida, o Pe. Martin, escondia as pessoas dentro da casa salesiana, atendia as pessoas, que precisavam de ajuda na cidade. Algumas pessoas até chamavam ele de louco.
E o povo contava que na época da guerra ele não tinha medo de pegar o carro e buscar as pessoas feridas no meio do mato, onde poderia ter muitas minas prestes a explodir, ele nem ligava.
Ele fala que não quer ir pra outro lugs, e diz que não tem medo, pq Deus ta com ele ele nao tem medo.
Ele tbm se encontrou o Cristo, soube reconhecer o Cristo e construir a sua vida a partir deste encontro.
A vida passa muito rápido, temos que dar sentido pra ela, e temos que ficar atentos pq JC passa por nós a cada instante.
Fiquem atentos, JC quer encontrar com vc.
Construa a sua vida ao redor do sentido que Deus quer.
Tudo acontece muito rápido.
Viver Cristo, é olhas pra hitória de JC e dizer eu quero ser igual esse Cara, eu quero seguir esse caminho, deixar de olhar pra mim um pouco e ir ao encontro do outro, pra um dia poder olhar pra trás e dizer “consegui dar um sentido pra minha vida, consegui ser um pouquinho de Deus pra alguém!”
Pq assim conseguimos, fazer o Reino dos Céus acontecer na vida do outro, nem que seja um pouquinho.
[MÚSICA DO PE. FÁBIO]
Outra música: “SEI QUE SEU CORAÇÃO DÓI, SIM……
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Tríduo – Vigília Pascal
Vigília Pascal
“Eu sou a luz do mundo.” (Jo 8,12)
A Vigília Pascal, celebra-se na Noite do Sábado Santo. «Vigília significa
exactamente tempo da noiteem que não se dorme, mas se vigia, em que se
está de vela, e, no caso da liturgia, uma celebração noc-turna. A noite foi
sempre tempo preferido para a oração. Jesus deu exemplos frequentes de
oraçãodurante a noite, e a tradição cristã continuou a mesma prática» (Cf.
FERREIRA, José, A Vigília Pascal,em A Celebração do Mistério Pascal –
Tríduo Pascal, Secretariado Nacional de Liturgia, 1990, pp.66-67)Neste tempo
em que somos convidados a estarmos vigilantes, à espera da Ressurreição do
Senhor,somos também chamados a celebrar, com esperança e alegria, o
grande acontecimento da salvação.«O Mistério Pascal não é, porém, estático,
mas dinâmico. Não é um estado de Cristo, mas a “passa-gem”, um movimento,
em que é envolvido todo o Povo de Deus. Desta celebração consta a
recordaçãode toda a História da criação, da libertação de Israel e da redenção
da Humanidade.Por conseguinte, a espera dos cristãos, nesta noite santa, não
se reduz à expectativa da comemoraçãodum facto, histórico, objectivo e real. É
a espera de Alguém. É a espera do Senhor, que volta, para noslevar a fazer a
Sua “passagem”, a Sua Páscoa com Ele.Misteriosamente no meio da
assembleia cristã, o Senhor Jesus renova, nesta grande acção sacramen-tal,
que é a Vigília, o Seu Mistério Pascal, inserindo-nos nele fazendo-nos assim
passar com Ele das“trevas à Sua luz admirável” (1 Pe 2,9). A Celebração da
Vigília Pascal começa com o grande anúncioda Ressurreição, em que se
estreia o Círio Pascal, aquela vela grande, bonita, que simboliza a luz
queCristo é na vida da Igreja e de cada um de nós, que somos baptizados e/ou
nos preparamos parasermos baptizados.
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Tríduo – Sábado Santo
Sábado SantoVigília Pascal
“José de Arimateia tomou o corpo de Jesus, envolveu-O num lençol e
depositou-O num túmulo”. (Mt27,59.60)
Jesus encontra-se no sepulcro.«Todo este dia tem um tom de silêncio
contemplativo do mistério de Cristo que baixou “ao lugar dosmortos”,
ao “descanso” do sepulcro, ao aniquilamento absoluto e ao seu misterioso
encontro com osantepassados, onde pregou “aos espíritos que estavam na
prisão da morte” (cf. 1 Pe 3,19)» (Cf.ALDAZÁBAL, José, Sábado Santo (voc.),
em Dicionário Elementar de Liturgia, Paulinas, Prior Velho2007, p. 262)Toda
a Igreja encontra-se vigilante junto do Sepulcro de Jesus. Participando do
mistério da morte de Jesus e do Seu sofrimento, reina a esperança. Neste dia
não há Missa durante o dia.«A Sua Morte será o penhor da nova Criação, que
se aproxima. Sabe também que o “repouso” de Jesus é a imagem do “repouso”
de todos aqueles que foram batizados ma Sua Morte e Ressurreição. Depois
que Ele morreu e foi sepultado, santificando a morte, ficou especialmente vivo,
para o início duma vida superior» (Cf Missal Popular Dominical, Gráfica de
Coim-bra 1993, p. 377 )
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Tríduo – Sexta-feira Santa
Sexta-Feira da Semana Santa – Paixão do Senhor
“O Meu sangue vai ser derramado por muitos, para perdão dos pecados” (Mt
26,28)
“Jesus disse: «Tenho sede!» «Tudo está consumado.»” (Jo19.28.30)
É na sexta-feira santa que celebramos, em Igreja, de forma especial a
Paixão e Morte de Jesus Cristo.Neste dia a Igreja não celebra Missa. A
celebração deste dia divide-se em três partes: Liturgia da Pala-vra, Adoração
da Cruz e Comunhão Eucarística.«É o dia da Paixão de Jesus. Paixão do
Homem abandonado e maltratado. Paixão de Deus que se cala.Para nós,
trata-se de comungar no sacrifício deste Homem que é o Filho de Deus
cuja morte é a vidado mundo» (Cf. Op. cit. p. 59)A celebração da Paixão
e Morte de Jesus tem, para nós cristãos, como finalidade fazer-nos entrar
commaior profundidade no Mistério Pascal e prepararmo-nos para a Vigília
de Sábado Santo.Neste dia não se celebra eucaristia, mas centramo-nos
especialmente na Cruz de Cristo. A Cruz, “sinaldo amor universal de Deus”(NA
4), símbolo do nosso resgate, domina a segunda parte da Celebração.Levada,
processionalmente até ao altar, a cruz é apresentada à veneração de toda
a humanidadepecadora, representada pela assembleia cristã. Nela, nós
adoramos Jesus Cristo, Aquele que foi sus-penso na Cruz, Aquele que foi, que
é a “salvação do mundo”.É a Ele também que exprimimos, neste momento, a
força para levarmos a nossa Cruz: “Suportando amorte por todos nós, ensina-
nos, com o seu exemplo, que também devemos levar a cruz que a carnee o
mundo fazem pesar sobre os ombros daqueles que buscam a paz e a justiça”
(GS 38)» (Cf MissalPopular Dominical, Gráfica de Coimbra 1993, pp. 348-349)
Após a contemplação do mistério da Cruz, na Liturgia da Palavra, da adoração
de Cristo Crucificado,no momento da Adoração da Cruz, a liturgia desta
celebração introduz-nos no momento mais íntimodo Mistério Pascal, o contacto
com o próprio “Cordeiro Pascal”.
Neste dia não se celebra Eucaristia. «No entanto, pela Comunhão do “Pão
da Vida”, consagrado emQuinta-Feira Santa, somos “baptizados” no Sangue
de Jesus, somos mergulhados na Sua morte.Assim unidos à fonte da vida
sobrenatural, ficamos cheios de força para passarmos da morte dopecado à
alegria da ressurreição.Através do Corpo sacramental do Senhor crucificado e
ressuscitado ficamos também mais unidos aoSeu Corpo Místico, isto é a Cristo
que sofre e morre nos Seus membros.Como o Senhor Jesus, também nos
devemos dar a vida pelos nossos irmãos (1 Jo 3,16)»
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Tríduo – Quinta-feira Santa
Quinta-Feira Santa – Missa Vespertina da Ceia do Senhor
“Disse-lhes Jesus: «Tenho desejado muito comer esta Páscoa convosco”(Lc
22,15)
“Se Eu vos lavei os pés, fazei-o vós também”. (Jo 13,14-15)
“Tomai, comei: Isto é o Meu corpo.” (Mt 26,26)
“Fazei isto em memória de Mim” (1Cor 11,24)
A Quinta-feira Santa é o último dia da Quaresma, e a partir da Missa
Vespertina da Ceia do Senhor,inicia-se o Tríduo Pascal da Paixão e
Ressurreição do Senhor. «É um dia de carácter intimo para opovo cristão, (…).
É o dia em que Cristo, na sua ceia de despedida, antes da morte, institui a
Eucaristia,deu a grande lição de humildade e de serviço, lavando os pés aos
seus apóstolos e os constituiu sacer-dotes mediadores da Palavra, dos seus
sacramentos e da sua salvação» (Cf. ALDAZÁBAL, José,Quinta-Feira Santa
(voc.), em Dicionário Elementar de Liturgia, Paulinas, Prior Velho 2007, p. 250).
O Lava-pés é um dos ritos mais antigos e mais universais da Igreja. Após a
explicação da palavra deDeus, o presidente da celebração refaz o gesto que
Cristo havia feito com os seus Apóstolos. «Aliturgia convida-nos a contemplar
Jesus a lavar os pés dos seus Apóstolos e a compreender atravésdele que
o seu amor é um amor de serviço. Neste enquadramento e a nesta hora, o
ajoelhar de umbispo ou de um padre diante do seu irmão, diz mais que um
longo discurso. Valorizando este gesto aIgreja sublinha que a fraternidade
concreta dos discípulos do Mestre é um mandamento, razão pelaqual o rito
foi outrora chamado “o mandamentum”, o mandamento novo, sinal distintivo
do cristão:“Todos vos reconhecerão por Meus discípulos se vos amardes uns
aos outros como Eu vos amei”. Omandamento novo é simplesmente uma
imitação do amor de Cristo. Nessa perspectiva o lava-pés temum alto poder de
expressão pelo seu valor litúrgico e catequético. Mas é preciso não esquecer
que foiaos seus colaboradores que Cristo lavou os pés (Cf. CORDEIRO, José
Leão, Os dois primeiros dias doTríduo Pascal, em A Celebração do Mistério
Pascal – Tríduo Pascal, Secretariado Nacional de Liturgia,1990, p. 57)
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Tríduo Pascal: acolher vontade de Deus
Papa explica significado do Tríduo Pascal: acolher vontade de Deus
Bento XVI encontrou-se com os fiéis reunidos na Praça de São Pedro para explicar detalhadamente o significado do Tríduo Pascal
“O critério que guiou cada escolha de Jesus durante toda a sua vida foi a firme vontade de amar o Pai, de ser um com o Pai, e ser-Lhe fiel. Essa decisão de corresponder ao seu amor o levou a abraçar, em cada circunstância, o projeto do Pai. No reviver o santo Tríduo, disponhamo-nos a acolher também nós na nossa vida a vontade de Deus, conscientes de que na vontade de Deus, também se parece dura, em contraste com as nossas intenções, encontra-se o nosso verdadeiro bem, o caminho da vida”, destacou o Papa Bento XVI na Catequese nesta quarta-feira, 20, dedicada ao sentido do Tríduo Pascal, que começa na Quinta-feira Santa e vai até o Sábado Santo.
O Pontífice exortou os fiéis reunidos na Praça de São Pedro a acolher o mistério da Salvação operada por Cristo e a participar intensamente do Tríduo, buscando o recolhimento e a oração, de forma a alcançar mais profundamente a fonte de graça que é esse período para a vida de cada cristão.
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Saudade dolorida x Boas lembranças / Reflexão: 4 tipos de pessoas, qual delas é você?
Parte da pregação “Saudade” do Pe. Chrystian Shankar na Missa da Família do dia 25/01/12 em Divinópolis/MG
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